No prélio de ida, fora do seu reduto, em União da Vitória, no Ginásio da UNIUV, o esquadrão de Bituruna tinha sucumbido pelo escore de 3 tentos a 1. Nesta noite de quinta-feira, 16 de abril, em seus domínios, no Ginásio Marco Antônio Bruginski, somente um triunfo por uma diferença de tentos maior, pelo escore agregado lhe daria o direito de erguer o caneco de campeão.
Num baita jogão de futsal a primeira metade foi só emoção. Melhor dentro da quadra o quadro de Bituruna era só pressão, mas encontrava no guarda-metas de União da Vitória, Samuca, um verdadeiro paredão. Catava tudo. De tanto levar petardos, num certo tempo a sua meta caiu. Um ofensivo da terra do vinho acertou um balaço na gaveta. O arqueiro Samuca ficou sem ação, somente contemplando o balão ninar no fundo da sua cidadela. Na frente do marcador Bituruna aumentava a pressão, fungava no cangote. Samuca catava tudo. O escore parcial ficou em 1 tento a 0 para o quinteto da casa.
Veio a etapa derradeira. Com o apoio da sua massa torcedora, a turma biturunense apertava. União da Vitória não arregava e se segurava. O público incentivava e roía as unhas.
Com pressão aqui e lá os tentos foram saindo. União da Vitória empatava, 1 a 1, e Bituruna ia ampliando para 2 a 1, 3 a 1 e 4 a 1 . O prélio ficou mais pegado. Os nervos foram para as copas dos paus. O cronômetro correu, até que o trilo final veio. O escore apontava 4 tentos a 1 para Bituruna, que no escore agregado ganhou o direito de erguer o caneco como o grande campeão da Amsulpar 2025/2026.





