Do contador de histórias e escritor da periferia – Craque Kiko.
Membro da ALVI – Academia de letras do Vale do Iguaçu.
Num de repente, estaco. Os cambitos bambeiam. Os garrões ficam igual palanques em banhado, frouxos. Ali, de cara, focinho no focinho, uma grande paixão de um ido bem distante. Com a boca se aproximando das orelhas, sorrio de felicidade. Nisso! Acordei. Ao lado da cama com uma xícara de café coado na hora, minha companheira de vida, me fitava. Me perguntou se eu estava sonhando com ela. Sonhava com você sim, meu único e grande amor, disse eu. Bebi o café. Ela franziu o cenho.





