Naquele dia se fez o drama. Aquela tarde era triste como um vento desembestado na terra. A mudança da luz do Sol para um escuro de tudo, vinha logo. Tudo viraria treva. A tempestade, logo ali. Nuvens enormes e pesadas…
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Naquele dia se fez o drama. Aquela tarde era triste como um vento desembestado na terra. A mudança da luz do Sol para um escuro de tudo, vinha logo. Tudo viraria treva. A tempestade, logo ali. Nuvens enormes e pesadas…
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Com as luzes já se apagando neste 2024, ainda por este chão, mesmo com agonias na carne e na alma, tendo superado um ano pesado, não só eu pela lida algumas vezes árdua, mas também muitos viventes deste nosso rincão…
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A cancha de cimento da igreja metodista era muito concorrida. Pagava-se por hora uma peleia. Aquele bando de amigos tinha um horário cativo. Depois dos cotejos, mesmo uns saindo da quadra todo esfolado a vaquinha corria solta, pois o guardião…
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Do escritor da periferia – Craque Kiko. A cerimônia do casório foi maravilhosa. A festança mais ainda. O enorme barulho dos tiros para o ar em comemoração esquentou os canos dos trabucos e chamou a atenção por quilômetros naquele quase…
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Do escritor da periferia – Craque Kiko. Eles eram de missa, mas a vida do casal seguia quase um inferno. Incompatibilidade de gênios fofocavam os vizinhos. Para não mudar a rotina, naquele dia descambou mais um quebra pau. Já noite…
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Do escritor da periferia – Craque Kiko. O Bruxo arrumou o balão na marca designada. A falta era risco de tento, perigosa. A barragem humana na distância prevista, tentava se adiantar e pulava para tirar a possibilidade de o balão…
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Do escritor da periferia – Craque Kiko. Um frio do capeta. Lá fora o vento ainda fraco, mas longe de ser uma brisa, balançava os pequenos galhos das duas pequenas palmeiras nos extremos do pequeno jardim retangular. O Sol há…
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Hoje, dói até os ossos do chutador. A carcaça surrada pela trajetória sente, e muito. E, nem está tão frio. Bem menos do que àquela tarde de quinta-feira, 17 de julho de 1975. Quando o chutador conheceu a dita neve.…
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Do escritor da periferia – Craque Kiko. O movimento na barbearia estava fraco. Cubando o meu pai pelo o canto do olho direito, sentado próximo da alta porta de entrada eu limpava e ajeitava os ingredientes da minha caixa de…
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Do escritor da periferia – Craque Kiko. O cupido me fuxicou. Foi firme no dizer. Se cuida. Com gente de saia não há que se fiar. Botam qualquer um a se perder. Não respeitam nem quando o demo esfrega uma…
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