Peleando pelo mesmo esquadrão levantamos muitos canecos. Contra, ora um e ora outro, ficava com o cetro máximo do certame. Os troféus estão nas galerias, às vezes, com alguma poeira, mas a amizade apesar da lonjura um do outro permanece intacta. Só foi nos olharmos, a princípio na distância, o sorriso franco e verdadeiro tomou conta dos nossos focinhos. E, enquanto conversávamos após àquele abraço fraternal as cacholas viajavam no tempo, no tempo dentro do relvado, onde cada cotejo era pau a pau.
Ganhei o domingo ao te encontrar amigo Wilson. Obrigado, pela pessoa de bem que é, e por dividir a sua amizade para com a minha pessoa. Seja sempre muito feliz lá pelas “Curitibas”. Apareça sempre nesta nossa terra querida e muita amada.





