Mesmo antes da moganga rolar, como previsto, os cotejos decisivos deveriam ser pau a pau. Foram. Muito equilíbrio na posse da deusa branca. Os artilheiros esticaram os barbantes nos detalhes.
Na peleja, onde seria conhecido o terceiro colocado, após estar sendo subjugado por um tento a zero, de virada, ainda na primeira metade, o dianteiro Alemão, possuído pelos “deuses artilheiros” (se é que existem) em dois arremates estufou os barbantes contrários fazendo os dois tentos que garantiriam o triunfo do esquadrão Alemão do Porto. Escore final, 2 tentos a 1.
A finalíssima, numa contenda muito falada, catimbada e corrida, por 2 tentos a 0 o triunfo sorriu para a Associação D.E.R diante do seu grande adversário, o quadro do Ika Lopes (General Carneiro). Os esticadores dos barbantes foram os vanguardistas Emídio e Zuco.
Pode-se afirmar que o certame foi um sucesso em organização, principalmente nestes prélios decisivos, onde imperou o respeito e cavalheirismo entre os chutadores, fazendo com que a competição fosse fechada com quatro chaves de ouro (não sete).
Dados do certame:
Quatro meses de disputas.
22 pelejas foram realizadas.
Média de 3 tentos por contenda.
Artilheiro – Sandro Pacote Gafanhoto (Assoc. D.E.R.) com 6 tentos.
Defesa menos vazada – Associação D.E.R. com 6 tentos.
Campeão – Associação D.E.R.
Vice-campeão – Ika Lopes/General Carneiro.
Terceiro colocado – Alemão do Porto.
Quarto colocado – Engenhalves.
Mídia – Craque Kiko e Davi Damasceno.









