Nem o frio e nem a chuva foram empecilhos para que o cotejo deste sábado, 09 de maio, fosse realizado. O esquadrão visitante saiu de seu reduto ainda pela manhã sabedor que teria pela frente uma turma boa de bola, pois ficara na igualdade do placar quando pelearam em Pato Branco.
A chuva não dava trégua, mas o balão rolava bonito. A drenagem do relvado do Estádio do Ferroviário fora posto à prova. Funcionou. Com a qualidade técnica dos esquadrões o capotão era tratado com carinho. Melhor dentro do palco verde o quadro da casa tinha o domínio da contenda. Os seus dianteiros perigavam constantemente a cidadela do arqueiro contrário, mas abusavam em desperdiçar arremates.
Por várias vezes vezes nas barbas com o golquíper visitante, os vanguardistas zooferianos, Felipe Capivara e Ewerton Lambari parece que tinham feito uma aposta de quem acertava mais vezes a Caixa D’água. Coitada dela, foi muito carimbada. O escore parcial na primeira metade ficou fechado.
Para a etapa derradeira, com várias mudanças nos dois “onze”, o prélio ganhou em movimentação, e Zico Feijão, dianteiro que entrara no quadro do Zoofer, ainda no início, inaugurava o placar, 1 a 0. Os litigantes do Seca Litro não esmoreceram, foram para cima, conseguiram a igualdade através do meiuca Rato. 1 a 1.
O prélio já se dirigia para os finalmente, e aquele ditado famoso do ludopédio, “quem não faz leva” se fez presente. A turma do Seca Litro balançou pela segunda vez o arco zooferiano. 2 tentos a 1, escore que persistiu até o mediador trilar o seu referee pondo ponto final no cotejo.







